FILMOGAFRIA
Prepare-se para uma lista telefônica. Zicky Zira já foi visto em trocentos longa-metragens nos últimos 227 anos. Os Trisney sempre foram fãs de novidades, novas tecnologias, daquelas que os evangélicos torciam o nariz quando elas surgiam.
A entrada de Zicky no mundo do cinema se deu por Valter Trisney Jr., filho de Valter Trisney Sr., que já acalentava esse projeto desde que conheceu uma lanterna mágica em uma feira em Paris, na qual desistiu de comprar um pastel de calabresa para comprar o aparelho. Trisney Jr, anos depois, ficava triste por ver personagens concorrentes frequentando as telas, e dizia: "Zicky, de que adianta você estar aqui, se não está ali?", apontando para os então chamados ècrans do cinema.


Atenção: Esta lista não considera os filmes e telefilmes autobiográficos que mostram a vida de Valter Trisney, Valter Trisney Jr. e Valter Trisney III. Este foi o primeiro filme, mudo, feito por Valter Trisney Jr., em 1896, com a ajuda dos próprios Irmãos Lumi-R, onde ele interpretava o próprio pai.

NO CINEMA
A Pequena Empregada [The Little Maid] (1899)
Zicky Zira descobre sua empregada pode respirar debaixo d'água. De um roteiro nonsense, Walter Trisney Jr. tira um filme sensacional, embora mudo. A trilha sonora foi composta por Malutron Kisejakian, avô de Myspraslev Kisejakian, que seria uns par de anos depois um dos produtores do álbum "Zicky Zira É".
Este foi o primeiro longa-metragem produzido pelos estúdios Trisney, e ocupa um lugar todo especial no coração de seus fãs e funcionários.

Zicky, o Moderno
[Zicky the Modern] (1922)
Uma viagem por um mundo imaginário de seres bizarros, entre eles Abaporú, o canguru, e o Labrador de Café. Foi feito especialmente para a Semana de Arte Moderna de 1922, um evento efusivamente comemorado por Valter Trisney Jr, que combatia o parnasianismo, mas infelizmente, o filme só chegaria 3 meses depois, por culpa da FedeEx.

O Carrinho de Rolimã à vapor do Zicky
[Zicky's Steambering Middle Car] (1928)
Apesar do título prolixo para os tempos atuais, foi um grande sucesso. Foi o primeiro desenho animado com áudio sincronizado da história, com o som gravado nos estúdios Goma Trágica. Carlos Caplin, comentarista do National Journal, detonou o filme. Apesar disso, para uma geração, nascia um mito, mesmo que fosse um mito detonado.
Zicky faz uma travessia high-tech através das ferrovias dos EUA para chegar ao seu destino sem bater de frente com o temido Trem Bala de Prata, pilotado por Mal Hálito (personagem de Valter Trisney pouco utilizado). Um roteiro tão bom que chegou a virar jogo de Atare e Gêime Boi.

Alan, o Adolescente [Al, a Teen] (1931)
Uma surpresa: não se trata de animação. Neste filme, com uma brilhante metalinguagem, é contada a história de um jovem entregador de jornal da cidade de Boston - Alan, interpretado pelo brilhante Diplick Smitherson, que realiza o sonho de ser alguém famoso, quando conhece os estúdios Trisney e tem a chance de interpretar Zicky Zira. A sequência na qual ele coloca luvas e capacete é considerada uma das melhores da história do cinema.
Todo mundo viu esse filme, por isso todos sabem que no final Alan enlouquece e sai interpretando Zicky Zira pelas ruas. Muitos afirmam que foi aqui, neste filme, que nasceu o cosplay.
A fantasia de Zicky tem um fato que poucos sabem: foi criada pelo próprio, e com mecanismos que faziam ela piscar os olhos e ter sincronia labial - algo até hoje exclusivo dos parques de diversão da Trisney. O filme foi extremamente reprisado na Seção Já vai Tarde, da TV Salt Cover, nos anos 70 e 80. E Diplick Smitherson tornaria-se conhecido novamente sendo o bisavô do Phoey na série Fiends.

Eu contra o tigre
[I of the Tiger] (1932)
Uma produção inovadora: a primeira em cores e a primeira narrada em primeira pessoa. Zicky Zira enfrenta, de mãos limpas, um tigre que tenta invadir sua casa com seus cereais de milho açucarados. Walter Trisney Jr., no entanto, joga com o inesperado e faz a história tomar um rumo totalmente inimaginável, quando o tigre desafia Zicky para um duelo musical.

Alô, Amigos da Onça! [Buy war bonus] (1945)
Primeiro longa dirigido por Valter Trisney III. Uma aventura musical de ZIcky Zira por lugares inimagináveis, como Japão, Alemanha e Itália, na qual ele conhece personagens simpáticos como ele - bem, isso é maneira de dizer... Participação especial das cantoras e pinapes Carmina Mirandelli, Frida von Luftwaffers de Baunilha com Recheio de Chocolate e Yashunora "Yashu-Chan" Morinaga, cantando seus sucessos e canções tradicionais de seus países, como Hava Naguila, Frére Jackes e Marcha Soldado.
A produção musical foi de Gazelos Pandaravos, o primeiro produtor musical a usar, em orquestras, o recém-inventado baixo elétrico¹, o que faz as músicas deste filme serem bem mais curtidas entre os jovens da atualidade do que a média.

Na rota do rock [In the way of the rock] (1954)
Zicky Zira mais uma vez mostra ser um artista de vanguarda. Lançado em janeiro de 1954, foi a primeira vez que uma música de rock'n'roll foi vista em animação, enfim, em qualquer meio de comunicação que existisse. Algumas semanas depois, Biu Raley explodiria nas paradas com Roque Around the Cloque e outros sucessos, e o mundo conheceria o rock'n'roll - embora pensasse: caramba, eu vi naquele desenho animado... Quem deu a dica para Zicky adotar esse ritmo foi um de seus criadores, Châck Berri, primo de Châck Norris.

Os Embargos de Aspargo à Noite
[Saturday Zicky Fever] (1978)
Este marcou época! Zicky é um empacotador de supermercado com uma vida dupla. De dia, um funcionário relapso e dorminhoco, porquê de noite, ele é um grande dançarino do gênero da onda, o disco - na época, as fitas cassete davam muitos problemas e enrolavam, por isso as pessoas no geral preferiam discos. Ele só se mantinha acordado pras discotecas graças à sopa de aspargos de sua tia - na brilhante interpretação de Nair Prelo.

Os Zickys Também Choram [The Zickys Also Cry at Loud] (1979)
Zicky tenta se enturmar com uma família pobre, que no entanto, o rejeita por ser rico demais. Estréia no cinema da banda Passionais MCs. Muitos afirmam que este filme foi o embrião do hip hop, o que foi chato para o pessoal que tinha acabado de abrir discotecas no ano anterior. Zicky, pessoalmente, não gostou desta comédia à la Estive Martin, aquelas que se dizem comédias, mas você chora feito um bezerro desmamado ao assitstí-las, e encerrou aí sua aproximação com o cinema-arte.

Frash Zicky [Frash Zicky] (1982)
Zicky tem uma nova arma para derrotar seus adversários: a dança! Produzido no Japão, este filme tem movimentos de câmera impressionantes para a época. Mas mais impressionante ainda é a forma de Zicky neste filme, que supera de longe lendas vivas da dança, como Barney Astaire e Coisinha de Jesus. Desde então, Zicky passou a fazer números de dança jazz em seus shows.

Zicky Zira em Error Man e os Pestes do Congresso [Zicky meets Errorman] (1987)
Longa derivado da série de TV Zicky Zira & os Figurantes Atômicos. Zicky "põe fogo" em Boston quando traz para lá seu maior rival de audiência, Errorman - aquele, que aponta uma espada para o céu, com uma mão e desce a espada com a outra, e é uma espada diferente, lembrou? Pois é. Eles unem suas forças para dar um sacode nos políticos da época, que desviaram verbas e deixaram todo o bairro de Heather Hills totalmente esburacado. O roteiro, escrito por Châck Norris, chamou a atenção pelo fato de dois grandes rivais se unirem e inspirou Micaíl Gorbachov à decretar o fim da Guerra Fria, tempos depois.

Totalmente Fghèra?! [¡¿Totalment Fghèra?!] (1989)
Uma produção das mais curiosas, na qual foi empregado um recurso que a família Trisney sempre abominou: a mistura de atores com animação. Som estéreo dolbi surráund, cores berrantes, Polymoog, Prophet 5, Jupiter 8, CP-80, efeitos à la Escanimate, belê. Agora, isso, nunca!!!
Bem, o projeto foi tão rejeitado dentro da Trisney que acabou saindo com a até então vilã Fghèra no lugar de Zicky. A cena mais memorável, principalmente para os detratores da Trisney, é a de Fghèra ensinando a galera a dançar lambada em pleno shopping center, com todos usando bandanas nos olhos, cotovelos e joelhos (isso virou moda!) Além de seu inesquecível dueto com Ademir AD500, na canção Chinela. Foi aí que, pela primeira vez, Fghéra começou a ganhar mais popularidade. Já os atores que participaram, esses continuam desconhecidos até hoje. A direção, quem diria, é do brasileiro Priscilo de Barros Netto, que apontava os lápis para os desenhistas e foi o "laranja" que aceitou assinar a direção da baghassa.

O Zicky e a Zira [Zicky at his best] (1991)
Zicky e Fghèra deixam as brigas de lado e contracenam pela primeira vez, em um romance de época que emocionou o público, além de ter concorrido ao IBeste e à Libertadores da Anérica, fato inédito para uma podrução cinematogáfrica. A trilha sonora, "Piense en Mi", cantada por Uílson & Soraia, recebeu o Cover de Ouro de melhor trilha sonora.

Hey, Zicky! [Hey Zicky] (1994)
Fghéra sofre um grave acidente aéreo e cai em uma floresta africana. Como a galera nunca viu nada parecido com um rato-panda fêmea, ela torna-se meio que uma eminência parda da região e faz o que sabe fazer de melhor, criar novos países onde pisa. Quem não gosta nada é Escort, ex-leão de chácara, que pretendia dominar a área. E agora, só Zicky Zira poderá defendê-la, isto se ele quiser, é craro...

Space Gem, o Game do Século [Space Gem] (1997)
Os ratos-panda letões não costumam passar de 1,30m. Apesar disso, Zicky se arrisca no basquete neste filme que não sabe muito bem a que veio. Do outro lado da quadra, Gem Emmunthel, um dos maiores guerrilheiros graforreus (1m32) e que joga basquete profissional, no Panatináicos. É isso mesmo: eles vão disputar um contra um em uma quadra profissional. Salvem-se quem puderem-se!! Este é considerado o único genuíno fracasso na carreira cineanimatográfica de Zicky Zira.

Zicky e Estique [Zicky & Stick] (2002)
Estréia na direção de Paula Trisney, com apenas 15 anos. O filme derrapa às vezes e não passa no teste da baliza, mas vamos lá: Um furacão passa por Boston e arrasa um abrigo onde estava Zicky! Ele acaba sendo carregado e indo parar na Polinésia Francesa, onde ninguém nunca viu alguém como ele - sim, este é um dos 4 lugares do mundo onde Zicky jamais esteve - e acham que ele veio do espaço! Zicky se aproveita disso para aprontar altos agitos e o resultado vai ser confusão pra cachorro, quer dizer, pra rato de quatro orelhas! Músicas de Debbie Lord Vebber, sei lá por quê, e coreografias de Paula Bidu.

Uma Vaca Tussiu [Oh! Garaxy] (2005)
Produzido nos novos estúdios japoneses da Trisney. Zicky volta às origens de Walter Trisney Sr. e mostra que é um hom... digo, um rato do campo. O problema é que outros ratos-panda tiveram uma espécie de iniciação da vida adulta com alguns dos animais de lá e estes adquiriram algumas características similares às de Zicky, como conseguir se expressar em português. E aí, prepare-se para uma confusão que vai ser o bicho! Destaque para a cena onde Zicky convence as vacas à parar de fumar. Direção sensacional de Fuji Eskapei e Motohonda Mitsubishi, que falam um inglês pior que o do Borato, mas tudo bem...

NA TV
Zicky Zira, the Series (1937-1959)
Também conhecidos como "Trisneylândia": aqueles curta-metragens que entram com a tela esticando e encolhendo e que tem uma música de um piano esquisito que fica subindo quando os atores falam. Lembrou? Então, rapeize. Isso é velho pra kasseta, embora já tenha começado em cores. Zicky enfrenta situações diversas, tal qual nas suas histórias em quadrinhos. Só que com movimento e música, afinal, míusiqui is very porreta. Bem razoável, é reprisado de vez em quando como tapa-buraco em algumas emissoras.

Os Ratinhos Zicky (1960)
Esta foi uma mancha imperdoável na carreira de Valter Trisney III ! A série foi concebida enquanto ele estava hospitalizado, pelo animador Jerome Latecoatière. Na série, Zicky era dividido em sete ratos idênticos a ele, um de cada cor do arco íris no lugar do preto,, que praticavam a magia Trisney para outros poprósitos que não o entetrenimento puro, e quando eles bebiam o "suco de Zicky" (uma cópia da "porção trágica do Asterisk", mas com sabor de frutas), eles se uniam e formavam um MegaZick, um rato de 12 metros de altura com várias partes coloridas. E por aí foi. Assim que o primeiro episódio foi ao ar, Valter Trisney III foi até sua empresa segurando o tripé com o soro fisiológico, e nesse estado, demitiu Jerome, pois ele quebrou uma das principais regras Trisney que é: Zicky Zira é apenas um - tanto é que ele nunca contracenou consigo próprio, ao contrário do Xico Anísio. Á duras penas, Valter Trisney III criou a série do tópico seguinte.
Jerome, anos mais tarde, seria um dos fundadores do site Humor Tsarela.

Zicky Zira X (1960-1975)
Bem, Zicky tem quatro orelhas, mas nunca ouviu mais do que ninguém. Isto começou a acontecer a partir daquele fatídico 5 de março de 1960, quando Valter Trisney III, desgostoso da vida, se trancou no escritório e tomou um porre homérico (talvez barnérico, melhor dizendo) e daí teve a idéia de fazer Zicky Zira ser uma espécie de super-herói em vez de um charmoso rato cidadão comum. Deu certo por 15 longos anos, mas o público começou a cansar da série, que chamou a atenção pela ausência total de números musicais, até então um tanto frequentes. Atualmente os episódios de Zicky Zira X são considerados insossos e sem graça, apesar do nome ser bem maneiro.
Foi então que a corporação Trisney teve a sacada mais genial de toda a sua longa história: mandar os animadores de volta pra escola de feras-artes e transferir a série para o outro lado do mundo!

Zickychan [Zicky-Nezumi Densetsu] (1975-1977)
Pela primeira vez, Zicky era animado no Japão, pela subsidiária TNS- Tartarusgas Nijas Services, que em breve seria incorporada pela Trisney.
Zickychan é um anime sugoi, onde Zicky mostra seu lado mais kawaii - talvez para bater de frente com uma gata sem boca que começava a varrer o país. Mais uma vez, Zicky se mostra a frente de seu tempo, falando gírias que só se tornariam populares no século XXI! "Sim, chibi donzelas! Valter Trisney, meu Owari-san, me ensinou a ser este senshi-nezumi! Agora, sumimasen! Ja ne!" E elas diziam: "Ashiteru Zicky!"... E por aí vai.
Zicky intervia pessoalmente para que a série não passasse cortada nos EUA, o que aumentou ainda mais seu prestígio! Por isso que os otackoos não consideram mal pessoas usando cosplay do Zicky Zira, já que além de ser o maior dos desenhos ocidentais, ele também foi, por muitos anos, um dos melhores desenhos orientais!

Zicky Zira, Rato Laser
(1978-1983)
Anime no qual Zicky atira em todas as direções para conquistar o mercado asiático. E conquistou, claro. O anime tem drama, comédia, suspense, terror, western e jornalismo. Aqui, Zicky se aprofunda ainda mais no universo nipônico. Só não tira os sapatos antes de entrar em casa porquê ele não os usa, mesmo... Um dos melhores episódios é o do duelo de repentistas cantando haicais, algo que só foi traduzido de forma satisfatória pelos tradutores Macelo Gastarde, Melson Rachado e Gracinha Júnior, os melhores da América Latina.

Zicky Zira & os Figurantes Atômicos (1984-1988)
Em um toque de genialidade Trisney, Zicky se despede da série anterior, e viaja de Tóquio para a sua querida Boston, onde passa a viver suas novas aventuras na casa de uma líder de torcida. Uma série que foi o retrato da geração Coka-Cola - com açúcar e tudo o mais. O fato é que para muitos, foi a melhor produção da Trisney em todos os tempos, superando inclusive as de Valter Trisney Jr. e as HQs de Valter Trisney Sr.!! Até hoje é reprisada em todo o mundo, e até hoje há itens de merchandáising que remetem à essa série. Tão reprisada, que nem na Internet o pessoal faz questão de colocar.

Zicky Zick Z (1989-1999)
Novamente uma produção da filial japonesa da Trisney. Ao contrário das anteriores, esta foi uma das séries mais detalhadas e complexas já feitas, com mais de 80 personagens, à ponto de ter fãs à parte de todas as outras produções. Geralmente eles são encontrados nos Animè Frênds da vida, de bandana na testa e aquelas indefectíveis chineIas (baseadas na música do especial "Totalmente Fghéra", veja acima).
A Winquipédia nem pode abordar este assunto, por falta de verba para colocar 12 servidores exclusivos só para hospedar as páginas necessárias para explicar os personagens deste animè. O enredo é mais ou menos assim: "Alô meu povão da Sapucaí, tira o pé do chão que o Zicky está chegando aí! / Foi em mil e setecentos/ Que apesar dos conventos/ Ele conquistou (Conquistou)/ As caravelas do Egito/ Este samba mais bonito/ Sua obra terminou (olerê)... Rebolando cheio de graça/ Igualmente à uma garça/ Sua vida se viveu/ E agora não está triste/ Pois no óleo de palmiste/ Essa chama se acendeu! (solo de guitarra...)"

O Cafofo do Zicky (2000-2003)
Baseado em uma idéia que ele viu no México, Zicky abre um misto de restaurante e centro de convenções onde ele recebe todos os mais de 800 personagens que já contracenaram com ele. A série foi comemorada pela volta à TV de Aïsha Any e Misty Van Dark (de Zicky Zira & os Figurantes Atômicos), que tem fãs até hoje em sites como Orcoot e DesviantArt.

Asdfghh

texto: Igor C. Barros com o apoio de S.Lúcio ("Sessão Já vai Tarde") e Icarix ("Zicky's Steambearing Middle Car").
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¹ Nota: Pra vocês verem como este site é ficcional... O baixo elétrico foi lançado no mercado por Leo Fender em 1951. Nesse ano, nem a guitarra Stratocaster existia ainda. O Rock'n'roll começaria a fazer sucesso entre o público em geral em 1954, com as músicas de Bill Halley & His Comets, até então era um gênero underground. A menos que o nosso personagem tivesse usado um dos protótipos que os concorrentes da Fender estavam desenvolvendo...

Em breve imagens destes "philmes" na seção Momentos Esquecíveis.

 

Desculpem o transtorno, estamos migrando para Tableless Design.
Esta é uma página de humor satírico. Somente downloads e links são verdadeiros. O restante é ficção, e científica (além de absurda pra k7), passada nos dias atuais, além de flertar com o gênero steampunk. Textos, arte, computação gráfica e podrução musical por Igor C. Barros. E aliás, Zicky Zira é um dos DOIS personagens criados por mim que não tem topete, portanto, aproveite! Gravadoras que quiserem aproveitar a idéia do "Back to 1987", mãos à la huebra.

(CC) 2009 BY-NC-SA por Igor C. Barros (É isso aqui que vale, esquece o que tá escrito nas imagens)